
O CHUVEIRO
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Ivan e Marcelo
O CHUVEIRO
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Ivan e Marcelo
A REDE
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Ivan e Marcelo
UM AMOR DE MENINA
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Regina Yolanda
Sinopse:
Duas histórias de menina descobrindo o amor, desde a percepção do sentimento alheio até a própria experiência e seus conflitos.
Trecho:
“Quando vovó veio para nossa casa trouxe um baú, uma mala-sanfona e uma caixa redonda. E eu fiquei muito curiosa de saber o que era que vovó guardava lá dentro.”
A CADEIRA
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Ivan e Marcelo
O ESPELHO
Lino de Albergaria
Editora Globo
Infanto-juvenil
11 x 18 cm – 24 páginas
1986
Ilustrações:
Ivan e Marcelo
Sinopse:
Um espelho que reflete as situações cotidianas de uma família é o cenário de uma história contada com muita poesia e humor.
O HOMEM DELICADO
Lino de Albergaria
Ed. Quixote+Do
Adulto-romance
2019
Inspirado por cenas que desfilariam diante de alguém na situação-limite de sua vida, Lauro decide explorar passagens que sua memória ainda retém. Locais e fatos o orientam a firmar uma identidade e a tentar compreender o mundo. Podem ser lugares reais ou imaginários, como a ilha mais afastada de todas.
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OS 31 DIAS
Lino de Albergaria
Ed. Scriptum
Adulto – Romance
2015
Sinopse:
Inspirada por Duniazade, a irmã mais jovem e pouco conhecida de Sherazade, ambas personagens de “As mil e uma noites”, uma mulher decide escrever a própria história na qual vê pontos de semelhança com a conhecida narrativa oriental.
Durante 31 dias, recolhida em uma casa de campo, mergulha em sua tarefa, escondendo-se sob uma personalidade falsa e criando um cenário e uma vida virtuais para disfarçar suas próprias memórias.
Percorrendo um itinerário imaginário das ruas de Belo Horizonte, recorre ao fingimento para defrontar a timidez e os momentos conflituosos vividos na juventude. Não fugindo da constatação de sua forte sexualidade, vai recompondo um espelho trincado, diante do qual, finalmente, decide ser vista.
UM BAILARINO HOLANDÊS
Lino de Albergaria
Ed. Scriptum
Adulto – Romance
2015
Sinopse:
Uma sexta-feira no interior do Palácio das Artes, no Parque Municipal de Belo Horizonte. Na livraria, no subsolo do edifício, o jovem vendedor observa um leitor folheando um livro.
É um álbum de fotografias da cidade. Intrigado com a cena em que o outro tanto se demora – o próprio local onde estão, mas visto do alto –, o livreiro começa mentalmente a criar uma ficção protagonizada por seu cliente, que esquece no local um bilhete para um espetáculo de dança que haverá à noite no Grande Teatro, também situado naquele prédio.
Um jogo dramático e erótico passa a ecoar o confronto de dois homens cujos gestos se deixam comandar por fortes referências da literatura, do cinema, das artes plásticas, da música, do teatro e da dança, revividos no interior de um ambiente arquitetônico construído para festejar a arte, chamada, neste livro, para configurar e vestir os desejos e a solidão humanos.
UM ALTAR NA NEBLINA
Lino de Albergaria
Novas Edições Acadêmicas
Adulto – tese de doutorado
2015
Sinopse:
Ouro Preto, cidade barroca erigida no século XVIII, foi redescoberta pelos autores modernistas brasileiros, impressionados com sua originalidade, logo identificada como matriz de uma identidade nacional. Artistas do modernismo tardio como Cecília Meireles, Guignard e Lucio Costa focalizaram a cidade, já percebida como lugar místico por suas igrejas e sua paisagem constantemente envolta pela neblina.
A ESTAÇÃO DAS CHUVAS
Lino de Albergaria
Editora Scriptum
Ficção brasileira
14 x 22,5 cm – 120 páginas
4ª edição – 2012
Texto premiado no Concurso de Romances do Paraná – 3º lugar
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Sinopse:
Em A Estação das Chuvas, Naum, Rute e Gabriel – os três narradores – relatam sua trajetória pessoal em busca da felicidade. E trilham os caminhos do corpo (Gabriel), as estradas da alma (Naum), as veredas do espírito (Rute). Cada narrador apresenta em tom confessional uma visão unilateral da realidade. Sobrepondo-se e entrelaçando-se, as três histórias constroem um todo único.
Belo Horizonte mergulhada em chuvas de verão compõe o ambiente, onde o cair da chuva dá o ritmo dos acontecimentos e pensamentos das personagens.
Através dos rituais de uma seita amazônica, Rute experimenta sensações que a levam em direção ao céu e ao mesmo tempo a prendem no chão. Naum empreende o resgate histórico da cidade, revisitando lugares na busca de pedaços – de si mesmo. Gabriel, na conversa com o analista, também procura compreenderem que espelho perdeu sua face. Mostram-se – todos três – como péndulos que oscilam entre o conhecido e o ansiado.
Trecho:
“Alguma coisa em mim está conectada com aquela negra cheia de ancas dançando com tanta malemolência. Me imagino na semana que vem, pintando quadros verde-amarelos, cheios de dançarmos mulatos. Mudando todo meu trabalho. E uma ideia que logo desvanece. Tarsila do Amaral existiu há mais de meio século. Me lembro também de Macunaíma. O livro, o filme, a peça. Acho que caí dentro da imaginação de Mário de Andrade. Ou isto será o astral do Brasil? Por que não vi um inca? Nem a chacrona me apareceu na forma de uma rainha? Mas só um índio barrigudo, uma índia de peito caído? Tem a ver com a música e com esta casa colorida com os tons do Terceiro Mundo?”