
QUEM ERA ELA?
Lino de Albergaria
Editora Lê
Infanto-juvenil
16 x 20,5 cm – 16 páginas
1990
Ilustrações:
Rosa Schettino

QUEM ERA ELA?
Lino de Albergaria
Editora Lê
Infanto-juvenil
16 x 20,5 cm – 16 páginas
1990
Ilustrações:
Rosa Schettino

UM OUTRO MARCO PÓLO
Lino de Albergaria
Melhoramentos
Infanto-juvenil
14,5 x 21 cm – 88 páginas
1989
Capa e ilustrações:
Gennaro Urso
Caracol da Ilustração 1995 – Catálogo dos Ilustradores Brasileiros – Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato e Instituto Goethe – São Paulo – SP
Sinopse:
Sempre o verdadeiro sentido da vida está presente nos pequenos detalhes do cotidiano ou nos momentos onde alguns impactos emocionais e sociais nos levam a uma reflexão maior sobre a nossa razão de ser ou estar no mundo.
Ver a si mesmo com todas as limitações e grandezas significa ter alcançado um grau de maturida de que nos permite viver melhor com as nossas circunstâncias. Na história de Marcos Paulo estas circunstâcias são as instabilidades políticas, sociais e econômicas, onde os reflexos das greves, do achatamento salarial se refletem no dia-a-dia de sua família de classe média urbana e na presença do velho Prisciliano, onde a trama do autor Lino de Albergaria junta as duas pontas da vida, na identificação entre o adolescente que desperta para o amor e o velho que analisa os seus resultados.
No desenrolar de uma linda temporada em Ouro Preto, o jovem leitor sente os momentos marcantes da transição da puberdade, onde a metáfora da viagem é, na verdade, a aventura de “um outro Marco Pólo” à procura do autoconhecimento.
O artista Gennaro Urso completa a beleza da obra com suas ilustrações, que recriam o clima poético do texto, estabelecendo uma ponte para a fantasia.

A OUTRA MENINA
Lino de Albergaria
Editora do Brasil
Infanto-juvenil
18 x 24 cm – 28 páginas
1988
Capa: Marcelo Xavier
Sinopse:
Um lugar de mistérios, onde há lendas de índios e de cidades submersas. Na casa junto à lagoa, para onde foi com a amiga Míriam e a mãe desta amiga, Lia, a adolescente Sara é atraída por Amaro, um sonâmbulo que caminha sob a chuva. O comportamento de Amaro é instável, dependendo do sol ou da chuva, do dia ou da noite.
Uma tarde, Sara surpreende Amaro nos braços de uma menina estranha, que procura puxar o rapaz para dentro d’água. Sara luta com a outra menina e vê a rival desmanchar como um papel.
De volta à cidade, Amaro parece esquecido de tudo e Sara procura conhecer a história das iaras e da mãe-d’água. Tenta se conformar por ter sido rejeitada por Amaro. Até que Lia e Míriam a convidam para uma festa a fantasia, onde, numa situação diferente, retornam os mesmos personagens daqueles dias, cheios de frio e vento, na lagoa.

O CORRESPONDENTE ESTRANGEIRO
Lino de Albergaria
Editora do Brasil
Infanto-juvenil
18 x 24 cm – 32 páginas
1988
Ilustrações:
Marcelo Moreira
SINOPSE:
Através do Clube de Jovens Correspondentes do Mundo, Mori recebe carta de Konare, africano que mora em Guiné-Bissau. Em resposta, Mori conta como nasceu o sentimento de amizade pelo garoto, fala sobre o colégio, os amigos e os acontecimentos mais recentes de seu cotidiano. Fala também sobre os outros alunos que estudam no mesmo colégio, porém, como eles não têm proximidade, são pobres, repetentes e negros – alvos fáceis para pessoas que julgam superiores de algum modo. De repente Mori choca-se com o verdadeiro sentido dos preconceitos enraizados em nossa sociedade.
Para adquirir o livro, acessa: amazon.com.br/Correspondente-Estrangeiro-Lino-Albergaria/

O SONHO
Lino de Albergaria
Editora Salesiana Dom Bosco
Infanto-juvenil
15,5 x 14,5 cm – 16 páginas
1989
Capa: Pinky Wainer

O VENTO
Lino de Albergaria
Editora RHJ
Infanto-juvenil
21,5 x 20,5 cm – 12 páginas
1988
Capa: Paula Seara

O RELÓGIO DO MUNDO
Lino de Albergaria
Atual Editora
Infanto-juvenil
14 x 21 cm – 60 páginas
10ª edição
1989
Capa: Rogério Borges
Sobre Lino:
Minha ocupação principal é escrever. Por isso, voltei a morar em Belo Horizonte, minha cidade. Eventualmente sou tradutor e editor. Tenho dois grandes prazeres na vida: viajar e contar histórias. Nem sempre posso estar viajando, me deslocando por lugares diferentes, às vezes muito longe.
Então me concentro no que está mais à mão. Todos os dias procuro sentar à minha escrivaninha e faço o que se deve fazer numa escrivaninha: escrevo, reescrevo, escrevo…
Convivo com personagens, viajo muito, quase sempre me divirto com isso, mas também tenho momentos de sofrimento. Fora este trabalho com gosto de recreio, vou vivendo a vida. E, até hoje, ainda estudo.

TANTAS HISTÓRIAS TEM O TEMPO…
Lino de Albergaria
Editora do Brasil
Infanto-juvenil
18 x 24 cm – 32 páginas
1985
Capa: Terê
Notas para o leitor
As cantigas, os costumes de índios e negros e os significados mágicos atribuídos a árvores e animais foram extraídos do Dicionário do folclore brasileiro, de Câmara Cascudo.
Coleção Multirão
Potencialidades deste Brasil – menino: a vocação democrática/a capacidade de trabalho de nossa gente… Se o país vive uma crise, é necessário discutir corajosamente o Homem, – sua problemática psicológica e social – através de verdadeiros mutirões conscientizadores das reivindicações do povo brasileiro. Da vivência e da crítica do hoje – reconstruiremos o amanhã!
Com a palavra o Autor
O que penso da Literatura?
– Acredito ser uma troca de informação entre o autor e o mundo. O autor, através de sua individualidade, realiza a sua própria leitura do mundo, embora influenciado pelas ideias de sua época. Depois – através de sua criação – devolve ao mundo aquilo que percebeu, acrescentando a essa percepção a sua elaboração pessoal. Muitas vezes procurando influenciar e modificar a realidade. Permeando tudo, o uso estético da palavra. O escritor percebe o sentido da beleza existente no mundo (entre tantas outras coisas…) e, lidando com a palavra, tenta captá-la e utilizá-la a seu modo. Assim como o músico ou o pintor são sensíveis a este mesmo sentido e se aproximam dele através de suas linguagens.
Por que escrevi este livro?
– Este livro é para mim uma tentativa de exploração do tempo dentro de uma paisagem nossa. Acho fascinante o mistério do futuro, inclusive a possibilidade de discos voadores. Do mesmo modo me interessa o passado, através do folclore e da memória dos mais velhos, que poderia tão bem ajudar na explicação do presente. Eu tinha também a vontade de falar do interior do Brasil, de suas comunidades pequenas e com caráter próprio, que guardam velhos hábitos, procurando acomodá-los com as mudanças que chegam de fora. Há, também, a questão do homem, de corpo ele se colocaria diante de tudo isso. Assim, Zeca é alguém que quer ir além dos limites da rotina de sua cidadezinha, mas que ao mesmo tempo se interessa em entendê-la e procura descobrir o fluxo da vida que formou, daquele modo, a sua terra e a sua gente.

CRESCENDO NA QUADRA
Lino de Albergaria
Editora L & PM
Infanto-juvenil
14 x 21 cm – 146 páginas
4ª edição
1986
Capa: Caulos
Sinopse:
Sem cair na armadilha de criar um herói exemplar-Júlia, personagem principal deste livro, é muito humana e muito adolescente, com todas as incertezas e crises peculiares à sua idade – Lino de Albergaria acrescenta a sua considerável produção para crianças e jovens um livro sensível sobre um tema pouco explorado, o esporte, numa linguagem capaz de sintonizar-se com a de seus leitores: ágil, franca, emocionada e desafiadora.

CINCO ANOS SEM CHOVER
Lino de Albergaria
Editora FTD
Infanto-juvenil
15,5 x 21 cm – 64 páginas
14ª edição
1962
Ilustrações:
Paulo Lyra
Sinopse:
Cada vez menos crianças vão à pequena escola.
Não há mais comida, e os poços quase não tem mais água. Não há dinheiro nenhum. É a seca. Raimundinho e sua mãe decidem partir em busca do pai em São Paulo. Uma jornada desesperada, que pode significar mais tristeza, ou a libertação.
Para adquirir o livro, acessa: amazon.com.br/Cinco-Anos-Chover-Lino-Albergaria/